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Prólogo - A aurora
Dia de chuva
Fuga
Diurnos
Miserabile vita
Inspiração
Deuses metálicos
Ventos e raios
A morte do poeta
A queda
O fantasma
Subterrâneo
Allegro
Os viajantes
O campesino
O Tédio
Ébrio
A morte do assassino
Incenso
Brandemburgo
O medo do solitário
Últimas palavras
A chave
Dualismo
O escritor condenado
Anjo decadente
Danças

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Nota: 3.5
(2 votos)

Uma dança


Sugar-lhe a rara chama que em ti arde... 
O mistério que escorre em tuas ancas 
Enfeitiça minhas retinas brancas, 
No clamor da noite, na paz da tarde. 
 
Queimo meus olhos ao ver-te. Não grito! 
Um vago sorriso de pranto aflora, 
No peito vazio, silente, que implora 
Uma dança, um gesto do corpo aflito. 
 
E danças... envolta por véus opacos, 
Enaltecida pelos traços fracos, 
Mas puros, em vivos quadros luzentes. 
 
Vibro ao te sentir nos braços frementes, 
Dançando, esguia, qual serpe funesta. 
Sugar-lhe a rara chama que em ti resta... 


Em paz
A velha
Mármore
Pântano
Gritos da miséria
A cega
Suicidas
Saltimbanco
Sobrenatural
Poética das águas
A mortalha
Uma dança
Céu rubro
A carne
Transeunte
Ser poeta
De Profundis...
Vício
Tarde
Soturno
Angústia noturna
Noctívago
O poeta e o doente
Carpe diem
Hora sagrada
Alucinação ou falsa liberdade
Epílogo - O crepúsculo
Comentários

Cris :: 18 Abr 2008, 17:48

Nossa... achei super 10 o poema escrito ali em cima!

Eu amo dançar, e quem sente isso entende perfeitamente oq o poema quer dizer!
beijaoo


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