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Prólogo - A aurora
Dia de chuva
Fuga
Diurnos
Miserabile vita
Inspiração
Deuses metálicos
Ventos e raios
A morte do poeta
A queda
O fantasma
Subterrâneo
Allegro
Os viajantes
O campesino
O Tédio
Ébrio
A morte do assassino
Incenso
Brandemburgo
O medo do solitário
Últimas palavras
A chave
Dualismo
O escritor condenado
Anjo decadente
Danças

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Nota: 3
(1 voto)

O Tédio


Ser das sombras eternas, me olha concentrado. 
Pupilas dilatadas, mirando, sinistro, 
O tumulto que divaga, poetizado 
Com mil palavras. 
— Da Morte, és o ministro! 
 
Transeunte dos infernos, da falsa negrura. 
Deus infame de vestes rotas, maltrapilho; 
Mal-aventurado que me olha à procura 
De más lembranças. 
— Da Loucura, és o filho! 
 
Fantasma dentre os fantasmas, espectro vil. 
Tens por escravos os jovens; por rei, o Terror. 
O Medo que murmura em peito ermo e senil 
Reina seu mundo. 
— Da solidão, és a dor! 
 
Certezas e dúvidas confundem-se na alma. 
O Tédio, soberano, segue seu caminho 
Entre corpos e espasmos, a maldita calma, 
A paz dos tolos. 
— Dos poetas, és o vinho! 


Em paz
A velha
Mármore
Pântano
Gritos da miséria
A cega
Suicidas
Saltimbanco
Sobrenatural
Poética das águas
A mortalha
Uma dança
Céu rubro
A carne
Transeunte
Ser poeta
De Profundis...
Vício
Tarde
Soturno
Angústia noturna
Noctívago
O poeta e o doente
Carpe diem
Hora sagrada
Alucinação ou falsa liberdade
Epílogo - O crepúsculo
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