abiliomateus.net :: Danças da Escuridão
Capa  ::   Ao leitor  ::   Sobre o autor  ::   Como comprar o livro

Prólogo - A aurora
Dia de chuva
Fuga
Diurnos
Miserabile vita
Inspiração
Deuses metálicos
Ventos e raios
A morte do poeta
A queda
O fantasma
Subterrâneo
Allegro
Os viajantes
O campesino
O Tédio
Ébrio
A morte do assassino
Incenso
Brandemburgo
O medo do solitário
Últimas palavras
A chave
Dualismo
O escritor condenado
Anjo decadente
Danças

A A A



Nota: 2
(1 voto)

Dualismo


Quando soarem as derradeiras sonatas 
E os últimos cantos ecoarem no espaço, 
Qual voz silenciosa, ou cuidadoso passo, 
Escondendo segredos de mentes sensatas; 
 
Quando avistarem ao longe os trêmulos portos, 
Que enlaçam com firmeza as almas fugidias, 
E cândidos, salvam das fortes ventanias 
Os permanentes náufragos, vivos e mortos; 
 
Quando os corpos moverem-se na rapidez 
Do mais singular facho de luz policroma; 
Quando tudo o que nos restar for como a soma 
De infindas ondas em colapso, e a sordidez... 
 
Gritaremos como loucos em meio aos livros, 
A névoa desconhecida que nos transforma 
Em sábios que nada sabem, na simples forma 
Do mais puro saber: Mortos, e sempre Vivos! 


Em paz
A velha
Mármore
Pântano
Gritos da miséria
A cega
Suicidas
Saltimbanco
Sobrenatural
Poética das águas
A mortalha
Uma dança
Céu rubro
A carne
Transeunte
Ser poeta
De Profundis...
Vício
Tarde
Soturno
Angústia noturna
Noctívago
O poeta e o doente
Carpe diem
Hora sagrada
Alucinação ou falsa liberdade
Epílogo - O crepúsculo
Comentários

Nenhum comentário
*Nome:
Email:
Avise-me sobre novos comentários nesta página
Oculte meu email
*Texto:

Confirme o número que aparece na imagem ao lado.
 


Creative Commons License Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Attribution-Noncommercial-No Derivative Works 2.5 Brazil. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Abílio Mateus Jr.). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.


#!/bin/bash powered!