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Prólogo - A aurora
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A queda
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O campesino
O Tédio
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A morte do assassino
Incenso
Brandemburgo
O medo do solitário
Últimas palavras
A chave
Dualismo
O escritor condenado
Anjo decadente
Danças

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Nota: 1
(1 voto)

A morte do poeta


Quando um poeta morre, todo o mundo chora 
Um pranto sem lágrimas, um choro que aflora 
No peito, na alma carente de poesia 
E soa, calmamente, como um triste adeus. 
 
Quando um poeta morre, o mundo silencia. 
Calam-se os loucos, ajoelham-se os ateus, 
Teme o inferno o poeta que empalidece 
E deixa o torpe mundo, que logo se esquece 
 
Dos poemas escritos nas noites aflitas, 
Dos versos sensatos, das palavras benditas; 
As obras intactas do artífice da língua. 
 
Quando um poeta morre, a poesia míngua. 
O tempo se contrai, a vida... a vida se esvai 
Numa estrofe, num verso, num lapso, num ai! 


Em paz
A velha
Mármore
Pântano
Gritos da miséria
A cega
Suicidas
Saltimbanco
Sobrenatural
Poética das águas
A mortalha
Uma dança
Céu rubro
A carne
Transeunte
Ser poeta
De Profundis...
Vício
Tarde
Soturno
Angústia noturna
Noctívago
O poeta e o doente
Carpe diem
Hora sagrada
Alucinação ou falsa liberdade
Epílogo - O crepúsculo
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